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ChatGPT Image 24 de jun. de 2026, 10_39_35.png
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Renata aparece de blusa preta, cabelos soltos, em frente a uma parede branca,  segurando o livro Habitadores

Eu sou Renata, nasci em jan/82 em Itabuna/Ba, mas moro em Salvador. Escrevo poesia desde os 12. já me entendo como poeta, mas isso demorou. O que antes era uma forma de conseguir falar, hoje é muito mais que possibilidade de voz.

Também sou dizedora de versos. Integro a Cia. Subversiva de Dizedores de Versos e amo! Esse foi um dos grandes divisores de águas da minha vida. Me aproximou da poesia como nunca pensei.,me deu voz, amigos-irmãos, mudou minha escrita. Devo tudo isso à poesia e, claro, às mestras Elisa Lucinda e Geovana Pires.

Publiquei os livros de poesia: um eu in verso, 2002, grito: silêncios ecoando em minha voz, 2020, a mesma vida é outra, 2022, habitadores (Ed. Patuá, 2023), ]não cabe nas mãos[ (Mormaço Editorial, 2025) e tentacular: poemas de tempo memória e amor (Ed. Arpillera, 2026). Também faço parte da coletânea de poemas Oito polegadas (2018), com Mário Garcia Jr., Nalini Vasconcelos e Ricardo Guedeville, e participei de algumas antologias. 

Sim, escrevo por profissão. Mas não vivo de poesia (seria bom, né?). Sou publicitária e atuo como social media, mas meu foco é em texto.

A dizedora e a leitora de poesia juntas se divertem num podcast que eu amo de paixão: o Trago Poemas, traz uma curadoria afetiva de poesia, e que se originou do Quarentena com poema (QCP), projeto que fiz durante a pandemia.

Agora realizo o clube Onde se lê poesia, junto com a poeta Maria Ávila. E sou uma das realizadoras doarau Preamar, que acontece aqui em Salvador e é onde digo poemas (meus e de outros autores) junto com Mário Garcia Jr. e Pedro Gomes. 

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